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Como você anda atendendo o seu cliente interno?

Muito se lê sobre qualidade no atendimento ao cliente externo, porém poucos se atentam para o cliente interno. É claro que as empresas preocupam-se com os seus colaboradores e mantêm programas que valorizam suas ações e promovem o bom ambiente, porém estou falando do atendimento/contato diário entre o RH e os colaboradores.

Em muitas empresas que visito, vejo um RH sobrecarregado de atividades e trabalhando arduamente para implantar, manter e atualizar políticas e programas a favor do colaborador. E do outro lado, vejo os colaboradores, muitas vezes insatisfeitos com o RH, achando que as ações do RH são lentas ou simplesmente não compreendem as políticas e programas em vigor.

Compreendo todas as dificuldades e limitações que o RH possui, mas também penso na maneira como o colaborador é tratado no dia-a-dia quando procura o RH, como as informações são fornecidas a ele e como ele entende essas informações.

Penso que eu e outras pessoas, quando estão com serviço acumulado e inúmeras pendências, uma vez ou outra, acabam sendo (inconscientemente) mais ríspidas com outras pessoas, incluindo nosso cliente interno. Isso acontece até em casa, por que não aconteceria no ambiente profissional?

Muitas vezes, um colaborador que busca uma simples orientação ou informação junto ao RH e é atendido de forma ríspida, pode acabar atendendo o cliente externo dessa forma também. Além disso, o colaborador insatisfeito com o atendimento recebido, provavelmente avaliará negativamente todas as demais ações do RH.

Existe uma relação entre o atendimento ao cliente interno e externo, pois um bom atendimento ao cliente interno resultará na satisfação do colaborador, o que impactará positivamente na qualidade do seu serviço.

A comunicação interna é um fator importante para isso, uma comunicação clara e transparente entre empresa e colaboradores facilitaria o trabalho do RH. Colaboradores cientes das políticas e programas, provavelmente teriam menos dúvidas e também geraria informações mais uniformes, evitando os comentários que determinadas áreas ou colaboradores são privilegiados.

A preocupação no atendimento interno deveria ser constante. Assim, como as empresas investem em treinamentos voltados ao atendimento ao cliente externo, também poderia investir em ações para a conscientização de todos sobre a importância do atendimento interno.

Camila H. Minamide Peres
Administradora, Pós-Graduada em Gestão e Estratégia Empresarial pela UNICAMP
Consultor de Projetos Organizacionais
camila@carreira.com.br

Mercado Aquecido Exige Mais Cuidados Internos

Encontramos uma situação atual de mercado aquecido, com as novas oportunidades proporcionadas por uma economia nacional praticamente estável e com previsão de poucas variações no curto prazo.

Isso implica em mais certeza de estudos e análises para planejamentos exatos das operações. O público está mais comprador. As corporações estão mais compradoras, ao mesmo tempo em que procuram pela especialização e qualificação da mão de obra, visando acompanhar todos os padrões globalmente exigidos de tecnologia, qualidade, atendimento e preço.

Esse contexto exige também o desenvolvimento de serviços para suprir as necessidades teóricas e práticas das corporações. É a grande oportunidade para o desenvolvimento maior na qualificação da prestação de serviços, acompanhando a crescente tendência de aperfeiçoamento das operações.

Estar apto para agregar valor implica no investimento constante em tecnologia e, principalmente, no fator humano das organizações. As pessoas necessitam desenvolver o pensamento de que tudo o que sei agora pode ser ótimo, mas não é o bastante. E o futuro está sempre mais próximo do que imaginamos.

Entender o cliente e oferecer uma solução bem adaptada para ele, buscando suprir a sua necessidade atual e planejar uma situação de evolução para o futuro, torna-se o principal desafio dos prestadores de serviços para as corporações.

Soluções modernas, práticas e principalmente aplicáveis são constantemente exigidas. E para isso, manter o profissionalismo com eficiência e atualidade é essencial para atender às necessidades pontuais das organizações e para os planejamentos a curto, médio e longo prazo.

O mercado aquecido exige demanda, mas, sobretudo, exige mais potencial de atendimento, desenvolvimento e qualidade. Em um contexto onde as grandes corporações tendem a agregar forças, pode ser o caminho para a sobrevivência imediata:

  • zelar pela eficiência planejada;
  • apostar na valorização do fator humano;
  • atentar ainda mais aos cuidados no planejamento pessoal (não gastar mais do que receber, por exemplo);
  • não perder o foco no planejamento profissional (estar sempre preparado para atender à demanda de mercado).

Rafael Rodrigues Silva
Jornalista, Pós-Graduado em Administração de Empresas pela USF (Universidade São Francisco)
Coordenador de Projetos Organizacionais
rafael@carreira.com.br

Atrair e, Principalmente, Reter Talentos

Diante de uma economia em expansão e de um cenário cada vez mais competitivo e inovador hoje presente nas organizações, surge a necessidade de se incorporar novas formas e alternativas para se remunerar de modo a reter e também atrair talentos.

Surge aí a remuneração estratégica que nada mais é que a aplicação de um conjunto de variáveis que visam motivar, aumentar a competitividade salarial e consequentemente reter (garantir um vínculo de longo prazo entre os funcionários e a empresa).

Dentre estas variáveis podemos citar:

  • Remuneração fixa;
  • Remuneração variável atrelada aos programas de a avaliação por competências e habilidades;
  • Benefícios flexíveis que vão além dos obrigatórios por lei, são aqueles ajustados às necessidades dos profissionais;
  • Vantagens por critérios financeiros ou não;
  • Participação acionária;
  • “Lump Sum” usado como forma de premiação em dinheiro para funcionários (por exemplo, final de faixa) com performances diferenciadas;
  • Ações ligadas à qualidade de vida, que inclui horário flexível, possibilidade para trabalhar em casa, ambientes claros, modernos, bonitos, confortáveis e que estimulam a criatividade, dia livre no aniversário, apoio ao desenvolvimento profissional;
  • PAE – Programa de Assistência aos Empregados (EAP – Employee Assistance Program) que são serviços profissionais oferecidos pelo empregador aos empregados e seus dependentes, destinados a resoluções de problemas pessoais (tabagismo, alcoolismo, drogas, depressão, stress, conflitos no ambiente familiar…), problemas financeiros (orçamento familiar, empréstimos, financiamentos, cartão de crédito…) e também problemas legais (aposentadoria, divórcios, guarda de filhos, inventários…).

Está cada vez mais difícil reter os talentos. O mercado está a todo vapor!

Se por um lado as empresas buscam, incansavelmente, alternativas para reter seus talentos, os profissionais, principalmente dos níveis executivos e também aqueles que já alcançaram seus níveis de senioridade (especialistas, consultores, másters…) buscam a qualquer preço galgar posições maiores, que inclui status, melhoria da condição financeira, da segurança e da qualidade de vida. Com o mercado aquecido, em muitos casos isto têm implicado em troca de empresa, mudanças para outras cidades e estados ou até para outros países.

Outro agravante!

Conforme citado em matéria anterior divulgada pela Carreira Müller, “Muita Oportunidade, Pouco Preparo”, temos outro agravante. Com a falta de mão de obra qualificada nota-se um movimento suicida no que diz respeito a aumentos salariais de forma desordenada, ou seja, profissionais já bem pagos estão sendo “premiados” com salários ainda maiores como forma de blindar, reter e evitar o desgaste e insucesso na busca de outro profissional para a posição e também as famosas promoções aceleradas a cargos superiores que objetiva ganhar tempo, manter o profissional “ocupado” com seu novo cartão de visitas ao invés de perdê-lo para um contratante mais astuto e rápido.

Como conviver com isto?

Para viver em meio a tudo isto é preciso ser proativo, as organizações precisam a todo o momento e de forma ágil, inovar, ir ao encontro das tendências e inovações do mercado, quebrar a burocracia, aceitar discutir e implantar mudanças. A área de Recursos Humanos tem tido envolvimento e papel cada vez mais importante e fundamental nesta questão “Os CEOs e Presidentes querem o Recursos Humanos cada vez mais ao seu lado”.

Marco Antonio Schanoski
Administrador, Sócio-Gerente de Pesquisa e Informações na Carreira Müller
marco@carreira.com.br

Tecnologia no Departamento de RH

As teorias e práticas da Administração de Empresas apontam para vários caminhos e passos a serem seguidos. Independentemente do caminho escolhido ou do processo adotado, hoje, o uso da tecnologia da informação para sua aplicação com eficácia é indispensável dentro de uma grande organização.

Dentre as funções da moderna área de Recursos Humanos está a implantação de um plano de cargos e salários, o monitoramento do processo de avaliação de desempenho, a manutenção do programa de certificação da qualidade, a descentralização do poder decisório sobre os funcionários, o compartilhamento de informações, dentre muitas outras funções.

Desempenhar todas essas atividades manualmente exigiria uma equipe muito grande e talentosa ou uma boa verba para terceirização dos serviços. Mas, se você souber utilizar eficientemente a tecnologia atualmente disponível, você conseguirá bons resultados a uma relação custo/benefício melhor.

A tecnologia correta permitirá ao gestor de cada área obter imediatamente informações sobre seus funcionários através de um portal eletrônico. As inúmeras solicitações que chegam ao R.H. podem estar em uma ferramenta de workflow com aprovações eletrônicas. As atividades rotineiras podem ser automatizadas e apresentar as evidências em um processo de auditoria de qualidade pode ser tão tranqüilo que nem será notado este período.

Qual tecnologia utilizar para obter o máximo de proveito em prol do resultado?

A experiência demonstra que em muitas organizações é visível a utilização da tecnologia, mas, o que era para se transformar em um investimento acaba se tornando uma despesa e uma grande dor de cabeça.

Isso prova que o desafio do RH é a escolha de seus fornecedores de tecnologia, observando principalmente
se eles entendem suas necessidades e sabem como suprí-las na prática.

A busca desse diferencial vai desde uma pequena escolha, como, por exemplo, o uso de um editor de texto para montar uma descrição de cargo ao invés de utilizar uma planilha eletrônica, até a escolha do software e portal de gestão corporativa.

Boa sorte nessa busca e contem com a Carreira Müller para a ajuda necessária.

Ricardo Vignotto Lopez
Analista de Sistemas e Mestre em Gerenciamento de Sistemas de Informação pela PUC Campinas
Sócio-Gerente de Tecnologia da Informação na Carreira Müller.
ricardo@carreira.com.br

Elaborando o Plano Anual de Treinamento com o Apoio do LNT

O objetivo da área de Treinamento & Desenvolvimento é contribuir para a melhoria do desempenho das pessoas, conseqüentemente propiciando uma melhoria no desempenho global e com ganhos em qualidade, produtividade e competitividade no negócio.

Com o desafio de atingir este objetivo o T&D vive em um ciclo que envolve o Levantamento das Necessidades de Treinamento (LNT), a elaboração do cronograma do Plano Anual de Treinamento (PAT), a execução dos treinamentos e a efetiva avaliação dos resultados individuais e globais.

Mas ao tentar realizar estas atividades surgem algumas perguntas cruciais: “Por onde começar?”, “O que fazer?”, “Como fazer?”, etc. As teorias e práticas da administração apontam para vários caminhos e passos a serem seguidos. De uma forma bem simples e sucinta será exemplificado um método que faz este ciclo funcionar e ainda atender às exigências das normas da qualidade.

1º Passo – Levantar as Necessidades de Treinamento
Ao contrário do que se pensa, a responsabilidade pelo treinamento não é uma atribuição exclusiva do T&D, pois identificar necessidades e detectar problemas são responsabilidades gerenciais. Um grande erro que muitas empresas cometem é o de não envolver os gerentes no LNT. Dois dos meios mais eficazes para executar o LNT são a avaliação de desempenho e a análise das competências básicas necessárias ao cargo, ambos utilizando-se como suporte a descrição de cargos.

2º Passo – Diagnosticar os Problemas
Nesta etapa o profissional de treinamento analisará o desvio encontrado entre os requisitos necessários aos cargos e os avaliados nas pessoas, assim verificando se o problema é solucionável através de um programa de treinamento e tomando o cuidado de identificar se o treinamento justifica-se, e será um investimento para a organização, ou acabará tornando somente um benefício pessoal ao funcionário. Para este fim utilizam-se os dados levantados e organizados para mostrar as necessidades individuais e globais por treinamento e por competência em deficiência.

3º Passo – Elaborar o Programa de Treinamento
A elaboração do cronograma de treinamento terá como base o diagnóstico realizado e as prioridades identificadas pelas gerências, além, é claro, da previsão orçamentária destinada para cada área. Este cronograma pode ser feito com base semestral ou anual, necessitando sua aprovação em conjunto com as gerências envolvidas.

4º Passo – Executar os Treinamentos
Aqui temos a execução do treinamento propriamente dito, envolvendo a escolha da entidade, a convocação dos participantes, a emissão da lista de presença e dos certificados de conclusão, controle e distribuição das despesas, a avaliação de reação e de eficácia no momento adequado, e por fim a atualização do currículo das pessoas.

5º Passo – Analisar os Resultados
Todo treinamento deve ser realizado buscando-se resultados. Ao se investir em treinamento esperase que haja um aumento de produtividade e/ou qualidade, além de outros resultados. O que mais importará para a organização é estar ciente do retorno que o programa de treinamento trará para a empresa. Portanto, a análise individual das pessoas através do resultado da avaliação da eficácia dos treinamentos permite mensurar tanto a qualidade da capacitação como se a empresa está atingindo seus objetivos. Serão indicadores desses resultados o aumento da eficácia individual resultante do histórico das avaliações de desempenho (vide figura) e a evolução do desempenho por área (vide gráfico), entre outros.

LNT - Histórico

LNT - Gráfico

Esses passos apresentados não funcionam isoladamente, mais sim em conjunto uns com os outros. A falha em qualquer passo pode pôr a perder todo programa.

Cenário Atual
Hoje, quando as organizações passam por problemas financeiros, o primeiro corte de verbas é realizado em treinamentos. Isto porque os resultados concretos obtidos com o PAT não são fáceis de alcançar e demonstrar. O mundo vive uma era informatizada, com rápidas mudanças e um fluxo acelerado de informações. Nesse cenário, a área de Recursos Humanos das organizações é desafiada a exercer um papel cada vez mais dinâmico e para isso cada vez mais são necessárias ferramentas informatizadas para gerenciar e analisar essa grande quantidade de informações.

Join RH é um alicerce seguro para a empresa que almeja identificar as necessidades de treinamento e promover o desenvolvimento de pessoal.

Dotado de várias rotinas, formulários, relatórios e análises que garantem a perfeita execução de todos os passos apresentados, o Join RH possibilita que o preenchimento do LNT e a divulgação do PAT sejam feitos via Internet. Além disso, fornece recursos para suprir toda a execução dos cursos, ou seja, definir turmas, confirmar participantes, emitir convites, listas de freqüência, certificados e ainda avaliar o curso e os participantes.

Com isto, o Join RH se torna uma ferramenta indispensável para dar suporte à implantação e manutenção de um programa de certificação ISOQSTS ou VDA.

Conheça um pouco mais sobre este trabalho navegando neste site e solicitando uma apresentação.

Ricardo Vignotto Lopez
Analista de Sistemas e Mestre em Gerenciamento de Sistemas de Informação pela PUC Campinas
Sócio-Gerente de Tecnologia da Informação na Carreira Müller.
ricardo@carreira.com.br